quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Como era a Venezuela antes de Hugo Chaves e agora com o Chavismo?

Via Diego González e Blaut Ulian Junior*

🇻🇪❗Venezuela antes da chegada do Chavismo, os liberais manipuladores esconde, essa realidade histórica.
Antes do Chavismo, o país mergulhava no inferno de pobreza, fome e analfabetismo para uma percentagem altíssima da população.
Milhões de venezuelanos estavam indocumentados.

A campanha mediática contra a Venezuela se esforça para mostrar as adversidades económicas do presente, sem ter em conta a guerra económica da direita, as ondas de sanções internacionais e os vaivenses do preço do petróleo nos últimos anos.

A parafernália mediática dos grandes poderes económicos ocidentais se encarregou de evitar falar como viviam os venezuelanos antes que a Revolução Bolivariana mudasse o rosto do país e colocasse os recursos nas mãos dos setores esquecidos pelo capitalismo rentista venezuelano.

Após quase duas décadas de Revolução, muitos jovens venezuelanos de hoje só têm vagas memórias do seu país sem a pegada do chavismo. Daí que a campanha dirigida a eles se concentre em vender a ideia de um passado idílico, sem privações económicas ou racionamentos, algo completamente falso.

Nessa época, um pequeno e privilegiado sector da população vivia na opulência enquanto a esmagadora maioria da população vivia de dificuldades e dificuldades.

A Purina, comida para cães, tornou-se o alimento mais consumido pelos esmagadoramente maioritários setores pobres do país.
As denúncias de detenções arbitrárias e tortura foram comuns durante os anos da chamada IV República (desde o pacto de Punto Fijo em 1958 até a constituinte de Chávez).

Aquelas graves violações dos Direitos Humanos não levaram a denúncias na Organização dos Estados Americanos nem os EUA declararam a Venezuela como uma ameaça à sua segurança nacional, como aconteceu na fase chavista sem que se tenham registros deste tipo de práticas oficiais.

O terrorista cubano Luis Posada Carriles, conhecido agente da CIA, ingressou na Venezuela nos anos 70 do século passado na extinta Direção dos Serviços de Inteligência e Prevenção (Disip) e dirigiu várias torturas.
Os meios gráficos opositores eram permanentemente vítimas de censuras, atentados e detenções.

A grande dívida externa contraída pelo país nessa época e a aplicação das receitas de austeridade impostas pelo FMI levaram, em 1989, a um aumento exorbitante dos preços que acompanhada da descida dos salários, fez com que o povo venezuelano não pudesse aceder a os poucos produtos básicos que chegavam ao país.

As pessoas saíram para a rua para se manifestar e foram reprimidas pelo governo de Carlos Andrés Perez, o que foi chamado de Caracazo.
O saldo da manobra brutal é calculado em mais de 3 500 mortos.

55,6% dos venezuelanos eram pobres em 1997, durante o governo de Rafael Caldera, segundo números do Instituto Nacional de Estatística (INE). Destes, 25,5% viviam em situação de pobreza extrema.

Em 1998 havia 18 médicos por cada 10 000 habitantes na Venezuela e uma saúde de qualidade era um luxo.

Em 1999, a Venezuela tinha mais de um milhão e meio de analfabetos.

Antes de 1999, apenas cerca de 700 000 jovens tinham acesso ao ensino superior.

O investimento social em relação ao PIB era de 11,3% em 1998.

Ter uma casa própria e em condições dignas era um luxo da classe média e classe média alta da Venezuela.
Com a chegada de Chavez:
Entre 1999 e 2010, registou uma redução de 21,6% nos seus níveis de pobreza, passando de 49,4% para 27,8%. E a pobreza extrema caiu para 10,7%.

- Hoje, 58 médicos por cada 10 000 habitantes, e missões como Bairro Adentro e Missão Milagre, que contam com colaboração cubana, estenderam a todo o país um tratamento digno, humano e com a mais alta qualidade profissional técnica para a assistência de saúde dos venezuelanos.

- Em 28 de Outubro de 2005, a Unesco declarou a Venezuela como «Território Livre de Analfabetismo». O organismo internacional reconheceu o papel da primeira missão educacional criada nesse país, a Missão Robinson.

- Com a chegada da Revolução Bolivariana, a matrícula do ensino superior subiu em mais de dois milhões de estudantes.
Houve uma diferença marcada entre o que foi Chavez no Poder e depois com os Governos de Maduro, mas nos últimos tempos o governo deste último nomeado e hoje sequestrado pelos Estados Unidos num ato de ilegalidade internacional tinha conseguido quebrar o bloqueio de diferentes maneiras Criminoso do Império Yankee e do país tinha feito grandes avanços em matéria económica e social.

Hoje os poderes económicos estrangeiros que são os verdadeiros causadores dos males do povo venezuelano procuram de volta tomar o controle do país para fazer o que sempre fazem em todos os países que invadem de maneiras diferentes:apoderar-se dos seus imensos recursos naturais e mergulhar na miséria os verdadeiros donos desses recursos que não são outros que os habitantes desse país.

*Via Diego González e Blaut Ulian Junior*
Fonte - https://www.facebook.com/share/p/1BxKuRZ3aV/

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