ÚLTIMA HORA: Ex-general da NATO (OTAN) surpreende o mundo ao apelar à Europa para declarar guerra aos Estados Unidos caso Trump tome posse da Gronelândia. O que antes era impensável está agora a ser dito em voz alta pelos aliados europeus em reacção ao rapto ilegal do presidente de uma nação soberana por Donald Trump e às suas óbvias intenções de tomar a Gronelândia à Dinamarca.
Um antigo comandante de alto nível da NATO, o tenente-general francês Michel Yakovleff, fez um impressionante alerta ao mundo: se Donald Trump tentar tomar posse da Gronelândia, a Europa deve estar pronta para ripostar — mesmo contra os Estados Unidos.
Yakovleff, que passou décadas nos mais altos escalões militares da NATO, não poupou nas palavras. Se Trump ameaçar a soberania europeia, diz, a Europa deve estar preparada para se defender — mesmo que isso signifique uma rutura histórica com Washington.
"Se Trump avançar em direção à Gronelândia, os europeus devem estar prontos para lutar contra os EUA", afirmou categoricamente. Isto não é bravata nem bluff. São palavras de guerra.
É nisto que a América de Trump se transformou: tão imprudente, tão imperial, tão hostil aos aliados que um general reformado da NATO está a discutir abertamente um “divórcio” dos Estados Unidos e o fim da própria NATO.
Yakovleff alertou que a retórica intimidatória de Trump e as ameaças abertas contra a Gronelândia — um território que faz parte da Dinamarca, um aliado da NATO — são incompatíveis com qualquer aliança baseada na defesa mútua e no respeito.
Se Trump trata os aliados como território conquistado, defende Yakovleff, a Europa deve responder protegendo a sua própria soberania, mesmo que isso signifique expulsar as forças americanas de bases importantes como Ramstein e Nápoles.
Examinemos o que isto realmente significa: o comportamento de Trump é agora tão desestabilizador que os líderes europeus sérios estão a considerar expulsar os militares norte-americanos da Europa.
Isto não está a acontecer isoladamente. Yakovleff tornou-se anteriormente viral ao dizer o que muitos líderes mundiais acreditam em silêncio: que Trump "trabalha para Putin" ou, no mínimo, promove os interesses de Vladimir Putin ao minar a NATO, enfraquecer a Ucrânia e semear o caos entre os aliados democráticos. Seja por incompetência, ego ou algo mais obscuro, Trump está a fazer exactamente o que o Kremlin quer: romper a aliança ocidental a partir de dentro. E agora, as consequências estão a tornar-se claras.
Yakovleff tem uma visão lúcida sobre o desequilíbrio de poder — a Europa não quer a guerra com os EUA. Mas é ainda mais claro sobre o que está em causa. Se os Estados Unidos abandonarem a ordem baseada em regras e começarem a ameaçar os aliados com força militar, então a NATO, por definição, já estará morta.
Este é o custo da política autoritária fantasiosa de Trump: aliados a preparar-se para o confronto, alianças a desmoronar-se e os Estados Unidos transformados de líder do mundo livre numa ameaça global a que até os seus parceiros mais próximos precisam de planear para resistir.
Trump prometeu "América Primeiro". O que ele está a entregar é a América Sozinha — e temida. (Por favor, goste e partilhe para espalhar este alerta sobre o futuro do mundo sob a administração Trump!)
Via Loren Loren e Blaut Ulian Junior*
Nenhum comentário:
Postar um comentário