domingo, 1 de março de 2026

GEOPOLÍTICA E ECOPOLÍTICA: CRISE ENERGÉTICA E AMBIENTAL NA EUROPA, DIANTE DA DEPENDÊNCIA DO PETRÓLEO E GÁS RUSSO.

Imagens de redes sociais.

Por: Belarmino Mariano Neto

         Não bastece a pandemia do Covid-19, entre os anos de 2020 - 2022, com milhões de mortos em todo o mundo e ainda ativa em centenas de países. Entramos em uma nova crise, provocada a partir do dia 27 de fevereiro de 2022, nas ações militares russas contra a Ucrânia e a Organização Tratado do atlântico Norte (OTAN), que já ultrapassaram os 200 dias de conflitos, fortemente armados e destrutivos. Esse estado de Guerra, vem provocando impactos violentos dentro do bloco da União Europeia (EU). A maior e mais reveladora, diz respeito a dependência europeia por petróleo, gás e minérios oriundo dos territórios russos (RODRIGUES, 2022).

Nas últimas semanas de conflitos entre Ucrânia, Rússia e países que controlam a OTAN, em especial os membros da União Europeia, começamos a perceber a pressão econômica contra a Rússia e as repostas do governo Putin em relação ao corte de envio de gás natural aos países europeus, provocando grande impacto na economia do continente. Estas questões precisam ser analisadas no campo cientifico da geopolítica e das geoestratégias que cada potência utilizará, diante de um conflito que já se estende desde 2014 e que se intensificou no começo de 2022. Na atualidade já temos a prática de volta das energias poluentes e os impactos ambientais sobre a ampliação do uso de carvão mineral e vegetal, além de medidas extremas como o controle de refinarias russas na Alemanha o que poderá ampliar ainda mais essa crise política de retaliações entre essas potências (Wacket; Reuters - CNM, 2022).

Com a crise decorrente do conflito na Ucrânia e a pressão dos Estados Unidos da América do Norte (USA) para embargar os produtos e os setores estratégicos da economia russa, a Europa, simplesmente entrou em pânico, pois não daria para, da noite para o dia, deixar de comprar o gás natural e o petróleo russo (MARIANO NETO, 2022).

Essa situação de instabilidade já estava na atmosfera de uma catástrofe política e econômica anunciada, mas o governo americano e governos de países europeus, pagaram para ver se os russos teriam coragem de entrar em um conflito, como estava se desenhando há pelo menos uma década de atividades paramilitares e veteranos de guerra infiltrados como mercenários, que atuam nas regiões de fronteira com a Rússia, entre as quais, em territórios ucranianos.

O conflito e as farpas entre os países da União Europeia e a Rússia já pode ser considerado prolongado, e o presidente Putin não deu nenhum passo atrás em sua missão de frear os avanços da OTAN na direção das fronteiras do território russo. A OTAN usa a Ucrânia e os ucranianos como trampolim para seus objetivos geoestratégicos. Enquanto o conflito se desenrola, os recursos energéticos se tornam mais caros e provocam instabilidade, deixando claro que, sem o petróleo russo, a Europa colapsa rapidamente, desencadeando uma crise de produção e de desmantelamento econômico, industrial e até mesmo humanitário, pois até mesmo o aquecimento doméstico por calefação seria comprometido.

Na atualidade, velhos projetos antiecológicos estão saindo das gavetas em vários países, em especial em territórios como Alemanha, França, Itália e Reino Unido, que podem voltar a ampliar o consumo do Carvão Mineral e Usinas Nucleares como alternativas imediatas, para gerar energia termoelétrica, para diminuir a dependência pelos recursos energéticos russos. Esse será um forte atraso nas políticas despoluidoras dos países europeus e um retrocesso nos planos de zerar o uso de combustíveis fósseis até 2050 (MÜZELL, 2022).

De acordo com Rodrigues (2022), a Rússia é o terceiro maior produtor de petróleo do mundo e a Europa importa da Rússia, em média 34% de todo o seu consumo anual, tendo alguns países com essa dependência superior a 80%, numa escala em que alguns dependem em mais de 50% chegando até aqueles que dependem em 20% ou menos (AGI, 2021). Nesse quadro os países da Europa Oriental são os mais dependentes de forma direta, mais os impactos sobre os países da Europa Ocidental e membros da União Europeia, geram uma instabilidade política, econômica e ecológica dentro do bloco, sem precedentes na história recente da Europa que já esteve no centro das duas grandes guerras mundiais (Figura 01):

 

Figura 01 – Mapa temático com gráficos sobre a dependência europeia pelo petróleo da Federação Russa em 2021.

Fonte: AGI - Agência Internacional de Energia, 2021. Publicado pelo Poder 360º.



     De acordo com Panelles; Sánchez (2018), a Europa defendia o fim do use de combustíveis fósseis até 2050. Essa era a agenda da União Europeia para conter as mudanças climáticas. Mas, diante do conflito ucraniano/russo, a situação já é outra e mesmo que o conflito cesse, ficou escancarada a profunda dependência energética europeia, tanto dos combustíveis russos, quanto de outros países do Oriente Médio e Norte da África. A dinâmica econômica do capitalismo europeu não se sustenta nas próprias pernas.

Para Panelles; Sánchez (2018), “A era da combustão na Europa - em que o carvão, o petróleo e o gás natural foram os motores de sua próspera economia – tem prazo para acabar até 2050”. Esses foram os prognósticos da Comissão Europeia como uma missão e esforços de todos os governos do bloco para reduzirem em 100% as emissões de gases do efeito estufa. A alternativa seria o investimento pesado em energia limpa e renovável, inclusive com o uso de pesada carga tributária contra os combustíveis poluidores. E agora, como ficam estas políticas, se o bloco já discute a volta do uso de carvão mineral e energia nuclear?

Como essas metas ambiciosas de consumo zero de combustíveis fósseis até 2050, são metas ambiciosas demais, diante de uma Europa dentro de uma Guerra que envolve OTAN, Ucrânia e Rússia, entre outros, o abandono das questões ambientais e das metas do Acordo de Paris, poderá ser um caminho sem volta para os países europeus, que já estão sendo fortemente impactados em suas economias, pelo simples fato de não conseguirem se librar da dependência dos recursos energéticos russos.

Parece que em tempos de guerras os tempos da natureza deixam de ser importantes. De acordo com Teixeira Jr. (2022), os planos de descarbonização da Europa poderão sofrer atrasos significativos, ou o continente terá que acelerar ainda mais a redução do consumo de combustíveis fosseis. Para ele existe um verdadeiro paradoxo, pois a Europa ainda não possui as condições materiais para converter toda a sua matriz energética atual e ainda é fortemente dependente dos recursos energéticos russos, que é o principal fornecedor de combustíveis como petróleo e gás natural para os países da União Europeia e Europa Oriental, com uma dependência que chega a superar mais de 40%.

Para Teixeira Jr. (2022), a meta europeia era reduzir em 50% o uso de energia fóssil até 2030 e ultrapassar os 80% até 2050, com o conflito na Ucrânia, estão sendo abandonados. Com o alongamento da guerra e incerteza do conflito da Ucrânia, Rússia e o indireto envolvimento da OTAN, a tendência será que os países europeus retomem o consumo de combustíveis e energias como Carvão Mineral e Usinas Nucleares para gerar energia em suas termoelétricas e termonucleares. Estamos diante do que os geógrafos da geopolítica chamam de “o ponto crítico”, diante das incertezas que uma guerra provoca na região ou territórios diretamente envolvidos (LACOSTE, 1985).

Para Müzell (2022), o conflito geopolítico na Ucrânia pode mudar completamente os interesses de redução das emissões de poluentes dos combustíveis fósseis em territórios europeus. Para a autora ainda não existem condições técnicas para conversão de energias limpas em substituição das energias poluentes. Nesse momento, tanto os combustíveis, quanto a dependência química por produtos para a agricultura, ainda com forte dependência da Europa, em relação aos gases e fertilizantes de origem russa, percebemos que as saídas ecológicas estão sendo abandonadas. Tanto a produção energética limpa, quanto a agricultura sustentável podem ficar em segundo plano, diante de um conflito geopolítico que não demonstra cessar de maneira rápida (MÜZELL, 2022).

          A solução do conflito em um curto espaço de tempo, poderia evitar efeitos ecológicos negativos sobre o mundo em conflito de ordem geopolítica, pois na atualidade, uma guerra aumenta as incertezas diante de um mundo que apresenta mais de um século de grandes desequilíbrios e desastres ambientais, entre os quais, o uso de combustíveis fósseis e agrotóxicos pesados.

Mariano Neto (2006), nos alerta para uma Ecologia Política, pois não podemos mais achar que o planeta possa suportar algo como o uso de energia nuclear como arma de guerra e, para quem acreditava que o uso industrial e doméstico da energia nuclear era um capítulo superado, ao vermos os países europeus revendo seus protocolos e adotando planos emergenciais para reativar e ampliar o consumo de energia nuclear e de reativar o uso do carvão mineral em seus territórios, nos choca, pois parece que estamos ao ponto de um retrocesso de 30 ou 40 anos na história ambientalista mundial. Nesse grande debate político para uma sociedade mais ecológica e mais ambientalmente sustentável a guerra atual, obriga os países europeus a mudarem suas agendas 21 para a proteção ecológico do mundo.

Para Mariano Neto; Cunha (2015), a Ecologia Política é uma nova abordagem, que leva em conta as contradições socioeconômicas e as crises socioambientais, fruto de ações degradadoras e impactantes ao meio ambiente. Dentro do paradigma ambientalista, as questões políticas e ecológicas são inseparáveis, de maneira que estamos vendo claramente que, a guerra em território ucraniano, não impacta apenas nas questões sociais, econômicas, políticas e culturais. Por incrível que pareça, as questões ambientais nesse momento e os impactos ecológicos de retrocessos ambientais quanto ao uso de combustíveis poluidores é algo que em tese, não deveria ocorrer. Seria preciso evitar essa guerra a qualquer custo, mas prevaleceu os interesses geopolíticos que, nesse caso são imperialistas e antiecológicos.

A viragem ecológica prevista por Freire (1992), revela claramente a ideia de uma “farsa ecológica”, quando os países da União Europeia, que poderiam criar os reais canais de comunicação para evitar esse conflito atual da OTAN, Ucrânia e Rússia, colocam mais lenha na fogueira do conflito e colocam em risco todas as ações ambientalistas que, em mais de 40 anos estão sendo construídas para uma sociedade sustentável. A tomada de decisão em ampliar o uso de carvão mineral e energia nuclear, para diminuir a dependência dos combustíveis fósseis russos, demonstra que o consumo zero de combustíveis fósseis até 2050, era apenas uma falácia do bloco europeu de países, do contrário a paz e os acordos de cooperação e não agressão estariam todos assinados e selados para os anais da História.

Como afirma Hermes (2022), a decisão europeia em retomar a queima de carvão mineral e reativar usinas nucleares são de política econômica, diante da grande dependência na compra do petróleo e gás natural russo. Países como Alemanha, Áustria, França, Itália entre outros, não conseguem acompanhar os elevados preços do gás natural russo decorrente da instabilidade geopolítica regional, além de contabilizar quebra no sistema produtivo com um processo inflacionário sem precedente nos últimos 30 anos do Bloco europeu. Governo de países como a França já falam em estatizar companhias de energia e a necessidade de tentar equilibrar as contas, faz com que sejam escolhidas, a volta da produção dos combustíveis poluentes e, para garantir energia necessária, precisam reativar as usinas termoelétricas movidas ao carvão natural e as termonucleares que podem se tornam um grande perigo diante de uma guerra de incertezas geopolíticas e geoestratégicas.

Como afirma Mariano Neto (2022), se o atual conflito russo ucraniano, poderia ter sido evitado, desde 2013 ou 2014, quando grupos apoiados pela OTAN arquitetaram um golpe político contra o ex-presidente ucraniano Viktor Yamikovich, derrubando esse governo que era um importante aliado russo e, instalando um governo pró interesses geopolíticos de países ligados a OTAN e contra o governo de Moscou, apostaram alto ou pagaram para ver, que os russos não ficariam de braços cruzados, esperando uma velha geopolítica bater em suas fronteiras. Agora, estamos presos nessa teia de guerra e de instabilidade política, econômica e ecológica, pois além do medo de uma guerra com o uso de armas atômicas, ficou clara a real situação europeia em relação a sua profunda dependência energética russa.

As ações militares do governo russo em território uraniano, independente das justificativas, como a quebra do acordo de Minsk em 2013, a necessidade de proteção de minorias russas em territórios separatistas da Ucrânia e as ameaças neonazistas as etnias russas na região, além da clara resposta ao ocidente, em que os russos não aceitariam mais a interferência de forças da OTAN em suas fronteiras, o mundo caiu mais uma vez na geografia que serve antes de mais nada para fazer a Guerra (LACOSTE, 1985).

Não imaginava que teria que rever clássicos como o geografo anarquista russo, Kropotikin (2000), quando fazia duras críticas ao Estado Capitalista e o seu papel histórico. Essa é uma guerra do imperialismo capitalista em crise. Essa é uma guerra que envolve a Federação Russa, seus antigos territórios e os interesses geopolíticos de potências como os Estados Unidos que, achavam que ainda estavam sozinhos no controle do mundo pós fragmentação da Ex-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (Ex-URSS). Mesmo com a queda da Ex-URSS, a Federação Russa, se tornou uma potência territorial e geopolítica e nestes 30 anos de neoliberalismo e globalização, muita coisa mudou, menos a dependência europeia por recursos naturais e em especial os energéticos. O mundo conectado pode até ser manipulado pelas grandes mídias, mais não se consegue mais esconder a realidade dos fatos por muito tempo, pois o sistema é falho.

          Karl Marx não teve a oportunidade de analisar crises ambientais, mas quando se trata de questões geopolíticas e de Ecologia Política (LIPIETZ, 2003), percebe que por trás das grandes crises ambientais, estão as tramas invisíveis, tanto do imperialismo capitalista e seus negócios escusos, quanto em suas crises cíclicas, tão bem analisadas por Marx. Mesmo que os marxistas desconheçam a importância teórica de Kropotkin, de uma coisa ele estava certo, para uma sociedade mais justiça e aguaritaria era preciso derrubar as formas de estado, pois elas sempre preservarão os interesses das elites que os comanda. Nesse momento, a crise do sistema atinge profundamente o meio ambiente e o Estado capitalista burguês, opta pelo sacrifício humana na guerra e pela continuidade na destruição ecológica da Terra.

          A crise política e econômica vivida em nosso mundo pós “guerra fria”, em que Santos (2001) nos alertava sobre a “globalização como fabula e perversidade” chegou ao seu estágio mais avassalador. Enquanto o neoliberalismo conseguia corromper governos de países pobres a privatizarem setores estratégicos de suas economias, tudo corria muito bem, mas depois que algumas nações não entraram nessa onda e continuaram fortalecendo suas geoestratégias econômicas de estado, como foi o caso da China e da própria Federação Russa, passou a existir um desequilíbrio de poderes (MARIANO NETO, 2022b).

Isso indica que o retorno de uma geopolítica com conflitos abertos e declarados, pode estar gerando um proposital interrompimento do processo de globalização. Resta saber quais serão seus efeitos diante de um mundo em que, não são os lugares que se globalizam, mas as pessoas (SANTOS, 2001). Talvez nem percebemos ainda, mas já estamos entrando em um mundo que pede uma outra globalização e essa poderá vir exigindo uma sociedade ecológica e pacifista, em que a natureza não será precificada e nem submetida ao julgo do mercado que prefere manter a guerra, mesmo diante de uma viragem ecológica sem precedente (FREIRE, 1992).

          A existência da guerra é uma escolha dos líderes internacionais, independente de lado, independente de interesses. A Guerra envolvendo Ucrânia, Rússia, Países europeus, Reino Unido e Estados Unidos, líderes da OTAN e, aparentemente os mais interessados da instabilidade política e econômica dentro da Europa, para que está surtindo um efeito devastador, pois a zona do Euro se desestabilizou e a recessão em curso, com inflação e insegurança para investimentos, levam estes países a escolhas difíceis, entre elas, o retrocesso ecológico para o carvão e a energia nuclear, pois essa decisão política se torna mais fácil do que a diplomacia para aqueles que preferem os destroços a morte e a destruição da natureza do que a paz.

 

 

REFERÊNCIAS

 

AGI - Agência Internacional de Energia, 2021. Publicado pelo Poder 360º. In.: RODRIGUES, Douglas. EUROPA EM GUERRA. Dependência europeia do petróleo russo é de 34% e trava sansões. Brasil, 10/março/2022. Disponível em < https://www.poder360.com.br/europa-em-guerra/dependencia-europeia-do-petroleo-russo-e-de-34-e-trava-sancoes/ >. Acesso em 26/07/2022, as 21:34 hs.

FREIRE, Roberto. A Farsa Ecológica. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1992.

HERMES, Felipe. Em meio à crise energética, Europa volta a queimar carvão. Brasil:Blocktrends, 21/jul/2022. Disponível em < https://blocktrends.com.br/em-meio-a-crise-energetica-europa-volta-a-queimar-carvao/ > , acesso em 27/07/2022.

KROPOTKIN. O Estado e seu papel histórico. São Paulo: Imaginário/ Nu-sol/PUC-SP, 2000.

LACOSTE, Yves. A Geografia – isso serve, em primeiro lugar para fazer a guerra. São Paulo: Papirus, 1985.

LIPIETZ, Alain. A Ecologia Política e o Futuro do Marxismo. In. Ambiente & Sociedade. Campinas/SP: NEPAM/UNICAMP, 2003.

MARIANO NETO, Belarmino. Abordagem territorial e enfoques agroecológicos no agreste/brejo paraibano: desenhos, arranjos e relações (TESE). Campina Grande: UFCG/UFPB/PPGS, 2006. Disponível em < http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/bitstream/riufcg/2584/1/BELARMINO%20MARIANO%20NETO%20-%20TESE%20PPGS.pdf >Acesso em 27/07/2022, as 00:21 hs.

MARIANO NETO, B.; CUNHA, L. H. Ecologia Política e Território de Agroecologia do Agreste Paraibano. In.: ARRUDA, L. V.; MARIANO NETO, B. Geografia e Território: Planejamento urbano, rural e ambiental (Orgs. Vol. III). João Pessoa/PB: Editora Idea, 2015, pp 71-86.

MARIANO NETO, Belarmino. Geopolítica da Ucrânia: Separatismo, Golpe Político e Guerra. Guarabira/PB: Radicais Livres - Coletivo Eco Libertário. 25/fev/2022. Disponível em < https://radicaislivreseco.blogspot.com/2022/02/geopolitica-da-ucrania-separatismo.html >, acesso em 27/07/2022, as 01:24 hs.

MARIANO NETO, Belarmino. Geopolítica ou Globalização Interrompida? Guarabira/PB. Radicais Livres - Coletivo Eco Libertário. 10/mar/2022b. Disponível em < https://radicaislivreseco.blogspot.com/2022/03/geopolitica-ou-globalizacao-interrompida.html >, acesso em 27/07/2022, as 03:15 Hs.

MÜZELL, Lúcia. Guerra na Ucrânia coloca em xeque objetivos climáticos da União Europeia – PLANETA VERDE. Itália: RFI, 20/mar/2022. Disponível em < https://www.rfi.fr/br/podcasts/planeta-verde/20220324-guerra-na-ucr%C3%A2nia-coloca-em-xeque-objetivos-clim%C3%A1ticos-da-uni%C3%A3o-europeia > acesso em 26/07/2022, as 23:30 Hs.

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RODRIGUES, Douglas. EUROPA EM GUERRA. Dependência europeia do petróleo russo é de 34% e trava sansões. Brasil, 10/março/2022. Disponível em < https://www.poder360.com.br/europa-em-guerra/dependencia-europeia-do-petroleo-russo-e-de-34-e-trava-sancoes/ >. Acesso em 26/07/2022, as 21:34 hs.

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência universal. RJ/SP: Record, 2001.

TEIXEIRA JR. Sérgio. ESPECIAL: Como a guerra na Ucrânia afeta a transição energética. Brasil: CapitalReset, 25/fev/2022. Disponível em < https://www.capitalreset.com/especial-a-guerra-na-ucrania-e-o-paradoxo-da-transicao-energetica/ >, acesso em 26/07/2022, 

WACKEL, Markus; CARREL, Paul. Alemanha assume controle de refinaria russa em meio à crise energética. Brasil, CNM, 16/09/2022. Acesso: <https://draft.blogger.com/blog/post/edit/8778298839117878126/6625306948248309201> acesso em 18/06/2022, 03:32 hs.

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