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Por: Belarmino Mariano Neto
Não bastece a pandemia do Covid-19, entre os anos de 2020 - 2022, com milhões de mortos em todo o mundo e ainda ativa em centenas de países. Entramos em uma nova crise, provocada a partir do dia 27 de fevereiro de 2022, nas ações militares russas contra a Ucrânia e a Organização Tratado do atlântico Norte (OTAN), que já ultrapassaram os 200 dias de conflitos, fortemente armados e destrutivos. Esse estado de Guerra, vem provocando impactos violentos dentro do bloco da União Europeia (EU). A maior e mais reveladora, diz respeito a dependência europeia por petróleo, gás e minérios oriundo dos territórios russos (RODRIGUES, 2022).
Nas últimas semanas de conflitos entre Ucrânia, Rússia e países que controlam a OTAN, em especial os membros da União Europeia, começamos a perceber a pressão econômica contra a Rússia e as repostas do governo Putin em relação ao corte de envio de gás natural aos países europeus, provocando grande impacto na economia do continente. Estas questões precisam ser analisadas no campo cientifico da geopolítica e das geoestratégias que cada potência utilizará, diante de um conflito que já se estende desde 2014 e que se intensificou no começo de 2022. Na atualidade já temos a prática de volta das energias poluentes e os impactos ambientais sobre a ampliação do uso de carvão mineral e vegetal, além de medidas extremas como o controle de refinarias russas na Alemanha o que poderá ampliar ainda mais essa crise política de retaliações entre essas potências (Wacket; Reuters - CNM, 2022).
Com a crise decorrente do conflito na Ucrânia e a pressão dos Estados Unidos da América do Norte (USA) para embargar os produtos e os setores estratégicos da economia russa, a Europa, simplesmente entrou em pânico, pois não daria para, da noite para o dia, deixar de comprar o gás natural e o petróleo russo (MARIANO NETO, 2022).
Essa situação de instabilidade já estava na atmosfera de uma catástrofe política e econômica anunciada, mas o governo americano e governos de países europeus, pagaram para ver se os russos teriam coragem de entrar em um conflito, como estava se desenhando há pelo menos uma década de atividades paramilitares e veteranos de guerra infiltrados como mercenários, que atuam nas regiões de fronteira com a Rússia, entre as quais, em territórios ucranianos.
O conflito e as farpas entre os países da União Europeia e a Rússia já pode ser considerado prolongado, e o presidente Putin não deu nenhum passo atrás em sua missão de frear os avanços da OTAN na direção das fronteiras do território russo. A OTAN usa a Ucrânia e os ucranianos como trampolim para seus objetivos geoestratégicos. Enquanto o conflito se desenrola, os recursos energéticos se tornam mais caros e provocam instabilidade, deixando claro que, sem o petróleo russo, a Europa colapsa rapidamente, desencadeando uma crise de produção e de desmantelamento econômico, industrial e até mesmo humanitário, pois até mesmo o aquecimento doméstico por calefação seria comprometido.
Na
atualidade, velhos projetos antiecológicos estão saindo das gavetas em vários
países, em especial em territórios
como Alemanha, França, Itália e Reino Unido, que podem voltar a ampliar o
consumo do Carvão Mineral e Usinas Nucleares como alternativas imediatas, para
gerar energia termoelétrica, para diminuir a dependência pelos recursos
energéticos russos. Esse será um forte atraso nas políticas despoluidoras dos
países europeus e um retrocesso nos planos de zerar o uso de combustíveis
fósseis até 2050 (MÜZELL, 2022).
De
acordo com Rodrigues (2022), a Rússia é o terceiro maior produtor de petróleo
do mundo e a Europa importa da Rússia, em média 34% de todo o seu consumo anual,
tendo alguns países com essa dependência superior a 80%, numa escala em que
alguns dependem em mais de 50% chegando até aqueles que dependem em 20% ou
menos (AGI, 2021). Nesse quadro os países da Europa Oriental são os mais
dependentes de forma direta, mais os impactos sobre os países da Europa
Ocidental e membros da União Europeia, geram uma instabilidade política,
econômica e ecológica dentro do bloco, sem precedentes na história recente da
Europa que já esteve no centro das duas grandes guerras mundiais (Figura 01):
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Figura 01 –
Mapa temático com gráficos sobre a dependência europeia pelo petróleo da
Federação Russa em 2021. |
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De acordo com Panelles; Sánchez (2018), a Europa defendia o fim do use de combustíveis fósseis até 2050. Essa era a agenda da União Europeia para conter as mudanças climáticas. Mas, diante do conflito ucraniano/russo, a situação já é outra e mesmo que o conflito cesse, ficou escancarada a profunda dependência energética europeia, tanto dos combustíveis russos, quanto de outros países do Oriente Médio e Norte da África. A dinâmica econômica do capitalismo europeu não se sustenta nas próprias pernas.
Para
Panelles; Sánchez (2018), “A era da combustão na Europa - em que o carvão, o
petróleo e o gás natural foram os motores de sua próspera economia – tem prazo
para acabar até 2050”. Esses foram os prognósticos da Comissão Europeia como
uma missão e esforços de todos os governos do bloco para reduzirem em 100% as
emissões de gases do efeito estufa. A alternativa seria o investimento pesado
em energia limpa e renovável, inclusive com o uso de pesada carga tributária
contra os combustíveis poluidores. E agora, como ficam estas políticas, se o
bloco já discute a volta do uso de carvão mineral e energia nuclear?
Como
essas metas ambiciosas de consumo zero de combustíveis fósseis até 2050, são
metas ambiciosas demais, diante de uma Europa dentro de uma Guerra que envolve
OTAN, Ucrânia e Rússia, entre outros, o abandono das questões ambientais e das
metas do Acordo de Paris, poderá ser um caminho sem volta para os países
europeus, que já estão sendo fortemente impactados em suas economias, pelo
simples fato de não conseguirem se librar da dependência dos recursos
energéticos russos.
Parece
que em tempos de guerras os tempos da natureza deixam de ser importantes. De
acordo com Teixeira Jr. (2022), os planos de descarbonização da Europa poderão sofrer
atrasos significativos, ou o continente terá que acelerar ainda mais a redução
do consumo de combustíveis fosseis. Para ele existe um verdadeiro paradoxo,
pois a Europa ainda não possui as condições materiais para converter toda a sua
matriz energética atual e ainda é fortemente dependente dos recursos
energéticos russos, que é o principal fornecedor de combustíveis como petróleo
e gás natural para os países da União Europeia e Europa Oriental, com uma
dependência que chega a superar mais de 40%.
Para
Teixeira Jr. (2022), a meta europeia era reduzir em 50% o uso de energia fóssil
até 2030 e ultrapassar os 80% até 2050, com o conflito na Ucrânia, estão sendo
abandonados. Com o alongamento da guerra e incerteza do conflito da Ucrânia,
Rússia e o indireto envolvimento da OTAN, a tendência será que os países
europeus retomem o consumo de combustíveis e energias como Carvão Mineral e
Usinas Nucleares para gerar energia em suas termoelétricas e termonucleares.
Estamos diante do que os geógrafos da geopolítica chamam de “o ponto crítico”,
diante das incertezas que uma guerra provoca na região ou territórios
diretamente envolvidos (LACOSTE, 1985).
Para
Müzell (2022), o conflito geopolítico na Ucrânia pode mudar completamente os
interesses de redução das emissões de poluentes dos combustíveis fósseis em
territórios europeus. Para a autora ainda não existem condições técnicas para
conversão de energias limpas em substituição das energias poluentes. Nesse
momento, tanto os combustíveis, quanto a dependência química por produtos para
a agricultura, ainda com forte dependência da Europa, em relação aos gases e
fertilizantes de origem russa, percebemos que as saídas ecológicas estão sendo
abandonadas. Tanto a produção energética limpa, quanto a agricultura sustentável
podem ficar em segundo plano, diante de um conflito geopolítico que não
demonstra cessar de maneira rápida (MÜZELL, 2022).
A solução do conflito em um curto
espaço de tempo, poderia evitar efeitos ecológicos negativos sobre o mundo em
conflito de ordem geopolítica, pois na atualidade, uma guerra aumenta as
incertezas diante de um mundo que apresenta mais de um século de grandes desequilíbrios
e desastres ambientais, entre os quais, o uso de combustíveis fósseis e
agrotóxicos pesados.
Mariano
Neto (2006), nos alerta para uma Ecologia Política, pois não podemos mais achar
que o planeta possa suportar algo como o uso de energia nuclear como arma de
guerra e, para quem acreditava que o uso industrial e doméstico da energia
nuclear era um capítulo superado, ao vermos os países europeus revendo seus
protocolos e adotando planos emergenciais para reativar e ampliar o consumo de
energia nuclear e de reativar o uso do carvão mineral em seus territórios, nos
choca, pois parece que estamos ao ponto de um retrocesso de 30 ou 40 anos na
história ambientalista mundial. Nesse grande debate político para uma sociedade
mais ecológica e mais ambientalmente sustentável a guerra atual, obriga os
países europeus a mudarem suas agendas 21 para a proteção ecológico do mundo.
Para
Mariano Neto; Cunha (2015), a Ecologia Política é uma nova abordagem, que leva
em conta as contradições socioeconômicas e as crises socioambientais, fruto de
ações degradadoras e impactantes ao meio ambiente. Dentro do paradigma
ambientalista, as questões políticas e ecológicas são inseparáveis, de maneira
que estamos vendo claramente que, a guerra em território ucraniano, não impacta
apenas nas questões sociais, econômicas, políticas e culturais. Por incrível
que pareça, as questões ambientais nesse momento e os impactos ecológicos de
retrocessos ambientais quanto ao uso de combustíveis poluidores é algo que em
tese, não deveria ocorrer. Seria preciso evitar essa guerra a qualquer custo,
mas prevaleceu os interesses geopolíticos que, nesse caso são imperialistas e
antiecológicos.
A
viragem ecológica prevista por Freire (1992), revela claramente a ideia de uma “farsa
ecológica”, quando os países da União Europeia, que poderiam criar os reais
canais de comunicação para evitar esse conflito atual da OTAN, Ucrânia e
Rússia, colocam mais lenha na fogueira do conflito e colocam em risco todas as
ações ambientalistas que, em mais de 40 anos estão sendo construídas para uma
sociedade sustentável. A tomada de decisão em ampliar o uso de carvão mineral e
energia nuclear, para diminuir a dependência dos combustíveis fósseis russos,
demonstra que o consumo zero de combustíveis fósseis até 2050, era apenas uma falácia
do bloco europeu de países, do contrário a paz e os acordos de cooperação e não
agressão estariam todos assinados e selados para os anais da História.
Como
afirma Hermes (2022), a decisão europeia em retomar a queima de carvão mineral
e reativar usinas nucleares são de política econômica, diante da grande
dependência na compra do petróleo e gás natural russo. Países como Alemanha,
Áustria, França, Itália entre outros, não conseguem acompanhar os elevados
preços do gás natural russo decorrente da instabilidade geopolítica regional,
além de contabilizar quebra no sistema produtivo com um processo inflacionário
sem precedente nos últimos 30 anos do Bloco europeu. Governo de países como a
França já falam em estatizar companhias de energia e a necessidade de tentar
equilibrar as contas, faz com que sejam escolhidas, a volta da produção dos
combustíveis poluentes e, para garantir energia necessária, precisam reativar
as usinas termoelétricas movidas ao carvão natural e as termonucleares que
podem se tornam um grande perigo diante de uma guerra de incertezas
geopolíticas e geoestratégicas.
Como
afirma Mariano Neto (2022), se o atual conflito russo ucraniano, poderia ter
sido evitado, desde 2013 ou 2014, quando grupos apoiados pela OTAN arquitetaram
um golpe político contra o ex-presidente ucraniano Viktor Yamikovich,
derrubando esse governo que era um importante aliado russo e, instalando um
governo pró interesses geopolíticos de países ligados a OTAN e contra o governo
de Moscou, apostaram alto ou pagaram para ver, que os russos não ficariam de
braços cruzados, esperando uma velha geopolítica bater em suas fronteiras. Agora,
estamos presos nessa teia de guerra e de instabilidade política, econômica e
ecológica, pois além do medo de uma guerra com o uso de armas atômicas, ficou
clara a real situação europeia em relação a sua profunda dependência energética
russa.
As
ações militares do governo russo em território uraniano, independente das
justificativas, como a quebra do acordo de Minsk em 2013, a necessidade de
proteção de minorias russas em territórios separatistas da Ucrânia e as ameaças
neonazistas as etnias russas na região, além da clara resposta ao ocidente, em
que os russos não aceitariam mais a interferência de forças da OTAN em suas
fronteiras, o mundo caiu mais uma vez na geografia que serve antes de mais nada
para fazer a Guerra (LACOSTE, 1985).
Não
imaginava que teria que rever clássicos como o geografo anarquista russo,
Kropotikin (2000), quando fazia duras críticas ao Estado Capitalista e o seu
papel histórico. Essa é uma guerra do imperialismo capitalista em crise. Essa é
uma guerra que envolve a Federação Russa, seus antigos territórios e os interesses
geopolíticos de potências como os Estados Unidos que, achavam que ainda estavam
sozinhos no controle do mundo pós fragmentação da Ex-União das Repúblicas
Socialistas Soviéticas (Ex-URSS). Mesmo com a queda da Ex-URSS, a Federação
Russa, se tornou uma potência territorial e geopolítica e nestes 30 anos de
neoliberalismo e globalização, muita coisa mudou, menos a dependência europeia
por recursos naturais e em especial os energéticos. O mundo conectado pode até
ser manipulado pelas grandes mídias, mais não se consegue mais esconder a
realidade dos fatos por muito tempo, pois o sistema é falho.
Karl Marx não teve a oportunidade de
analisar crises ambientais, mas quando se trata de questões geopolíticas e de
Ecologia Política (LIPIETZ, 2003), percebe que por trás das grandes crises
ambientais, estão as tramas invisíveis, tanto do imperialismo capitalista e
seus negócios escusos, quanto em suas crises cíclicas, tão bem analisadas por
Marx. Mesmo que os marxistas desconheçam a importância teórica de Kropotkin, de
uma coisa ele estava certo, para uma sociedade mais justiça e aguaritaria era
preciso derrubar as formas de estado, pois elas sempre preservarão os
interesses das elites que os comanda. Nesse momento, a crise do sistema atinge
profundamente o meio ambiente e o Estado capitalista burguês, opta pelo
sacrifício humana na guerra e pela continuidade na destruição ecológica da
Terra.
A crise política e econômica vivida em
nosso mundo pós “guerra fria”, em que Santos (2001) nos alertava sobre a
“globalização como fabula e perversidade” chegou ao seu estágio mais
avassalador. Enquanto o neoliberalismo conseguia corromper governos de países
pobres a privatizarem setores estratégicos de suas economias, tudo corria muito
bem, mas depois que algumas nações não entraram nessa onda e continuaram
fortalecendo suas geoestratégias econômicas de estado, como foi o caso da China
e da própria Federação Russa, passou a existir um desequilíbrio de poderes
(MARIANO NETO, 2022b).
Isso
indica que o retorno de uma geopolítica com conflitos abertos e declarados,
pode estar gerando um proposital interrompimento do processo de globalização.
Resta saber quais serão seus efeitos diante de um mundo em que, não são os
lugares que se globalizam, mas as pessoas (SANTOS, 2001). Talvez nem percebemos
ainda, mas já estamos entrando em um mundo que pede uma outra globalização e
essa poderá vir exigindo uma sociedade ecológica e pacifista, em que a natureza
não será precificada e nem submetida ao julgo do mercado que prefere manter a
guerra, mesmo diante de uma viragem ecológica sem precedente (FREIRE, 1992).
A existência da guerra é uma escolha
dos líderes internacionais, independente de lado, independente de interesses. A
Guerra envolvendo Ucrânia, Rússia, Países europeus, Reino Unido e Estados
Unidos, líderes da OTAN e, aparentemente os mais interessados da instabilidade
política e econômica dentro da Europa, para que está surtindo um efeito
devastador, pois a zona do Euro se desestabilizou e a recessão em curso, com
inflação e insegurança para investimentos, levam estes países a escolhas
difíceis, entre elas, o retrocesso ecológico para o carvão e a energia nuclear,
pois essa decisão política se torna mais fácil do que a diplomacia para aqueles
que preferem os destroços a morte e a destruição da natureza do que a paz.
REFERÊNCIAS
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FREIRE,
Roberto. A Farsa Ecológica. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1992.
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Europa volta a queimar carvão. Brasil:Blocktrends, 21/jul/2022. Disponível
em < https://blocktrends.com.br/em-meio-a-crise-energetica-europa-volta-a-queimar-carvao/ > , acesso em 27/07/2022.
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LACOSTE,
Yves. A Geografia – isso serve, em primeiro lugar para fazer a guerra. São
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Milton. Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência
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TEIXEIRA JR. Sérgio. ESPECIAL: Como a guerra na Ucrânia afeta a transição energética. Brasil: CapitalReset, 25/fev/2022. Disponível em < https://www.capitalreset.com/especial-a-guerra-na-ucrania-e-o-paradoxo-da-transicao-energetica/ >, acesso em 26/07/2022,
WACKEL, Markus; CARREL, Paul. Alemanha assume controle de refinaria russa em meio à crise energética. Brasil, CNM, 16/09/2022. Acesso: <https://draft.blogger.com/blog/post/edit/8778298839117878126/6625306948248309201> acesso em 18/06/2022, 03:32 hs.


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