domingo, 1 de março de 2026

Geopolítica e Separatismo: Fragmentação Territorial no Brasil e no Mundo

Por Belarmino Mariano Neto

No Verão de 1991, escrevi um pequeno artigo sobre Geo-história e Separatismo, para a série Fragmentos, do periódico Anarquista Edições Motim. Eram ensaios datilografados em Estêncil a óleo e depois impressos em tiragens de no máximo 500 cópias. começou com um pequeno alerta em que afirmava que o "mono é a destruição da diversidade dos organismo e que a humanidade está se construindo como uma grande monocultura planetária". 

Aqui estarei reproduzindo esse artigo e fazendo pequenos ajustes, pois o mesmo já têm 27 anos de idade, mas ao ler fiquei impressionado com a sua atualidade, tanto em relação ao mundo quanto em ao Brasil. O artigo se atualiza no momento em que o Brasil passa por um processo político eleitoral de ânimos extremados e de ataques aos interesses nacionais e de disputas regionais, em meio a uma das maiores crises do sistema republicano e federalista. iremos buscar as raízes profundas dos movimentos nativistas de secessão.

Em pleno período informático espacial, o mundo humano vive  um conjunto de desafios históricos e geográficos. O imperialismo capitalista já atinge quase todos os cantos e recantos do nosso planeta. Antigo bloco político autoritário que era identificado com União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) ruiu entre os anos de 1989 e 1992, deixando um gigantesco rastro de fragmentação política e territorial marcada por xenofobia, separatismo e nacionalismos exacerbados.

O Socialismo que nunca saiu do campo das ideias, passou a carregar o grande fardo de culpa, pelas práticas autoritárias e ditatoriais dos regimes stalinistas de Moscou, calcadas nas teses da "Ditadura do proletariado" (Marx, 1875), que havia sido aprofundada na sua obra Critica ao Programa de Gotha. Esses erros levaram os princípios da libertação humana para outra dimensão da história, obrigando aos vários partidos socialistas do mundo a uma autocrítica e a reformulação dos seus estatutos para os ideias do Socialismo com Liberdade e os que não fizeram autocrítica, implodiram, dando origem a novas legendas, em que algumas, abandonaram completamente os princípios e bandeiras históricas do socialismo.

Entro o final da década de 1980, O império dos grandes domínios territoriais  começou a sucumbir e os Movimentos Separatistas também culminam com as fortes crises político e econômicas do capitalismo atual, contribuindo para a tese das secessões territoriais em todos os continentes, tendo a Eurásia central  o epicentro dos acontecimentos. Vale ressaltar que em boa dose, as maiores formações territoriais adotam a organização territorial política pautada pelo federalismo.
No império territorial soviético e agora Russo tivemos a maior fragmentação política e territorial dos Estados nacionais no menos espaço-tempo da história política do mundo, pois grandes impérios como o Romano e o Turco Otomano, por exemplo, decorreram séculos para se constituíssem e séculos para que sucumbissem. Portanto a fragmentação territorial e separatismo soviético é o maior registro na história dos povos.

O Bloco Soviético ultrapassava os limites de 22 milhões de quilômetros quadrados em terras continuas, e mesmo com a sua desagregação, a atual Federação Russa, continua concentrando mais de 17 milhões de quilômetros quadrados, o que a torna o maior país do mundo dentro de um sistema federativo e até certo ponto, herdeiro do gigantesco império Eslavo. Essa base politico territorial se compara aos grandes impérios da antiguidade, como o Persa, Mesopotâmico, Romano e Otomano.

O Bloco soviético era uma especie de camisa de força territorial que começou a se rasgar ou esfarrapar a partir dos anos de 1980, crise do capitalismo internacional e reforma do liberalismo europeu e americano (Neoliberalismo), o que apontou para uma Nova Ordem Geopolítica, com um viés mais econômico territorial. 

Enquanto isso, nos países subdesenvolvidos, predominantemente controlados pelas matrizes liberais e pelo bloco dos países capitalistas, liderados pelos Estados Unidos (USA) e pela Europa Ocidental, intensificam as políticas neoliberais, pautadas no Estado mínimo, com privatizações, atreladas a políticas cambiais e uma Nova Divisão Internacional do Trabalho (NDIT), produção flexível, uso de mão de obra, energia e matérias primas controladas por multinacionais e transnacionais, obrigam os países a se curvarem ao capital financeiro internacional. 

Os níveis de endividamento externo destes países, os processos de dolarização das economias e as regras do Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial (BM), quebram a lógica dos mercados nacionais e regionais, fragmentando os potenciais de autonomia dos Estados Nacionais subdesenvolvidos, o que gera conflitos internos e disputas entre regiões em um mesmo país.

Uma das tentativas europeia para evitar o separatismo regional em seus territórios foi a aceleração da União Europeia, criando uma unidade politico econômica e social livres de embargos tarifários, das burocracias alfandegárias, do livre acesso entre as pessoas do Bloco em relação as fronteiras nacionais, com moeda única, permitindo um maior fluxo de pessoas, mercadorias e negócios entre empresas em todo o continente ocidental europeu. 

Notamos que os respingos do separatismo ainda hoje repercute em territórios da União Europeia, como é o caso do Reino Unido, com desejos separatistas entre a Irlanda, Escócia e Inglaterra, demonstração de que o Reino Unido nem é tão unido assim. Caso ocorra uma separação, a Grã-Bretanha poderá se dividir em três países. 

Temos o caso da Bélgica com as duas regiões de Flandes (Bruxelas) e Valônia, sendo a primeira influenciada pele Holanda e a segunda influenciada pela França e que demonstram interesse de separação. Apesar de não termos um claro conflito, mas existem uma tensão, gerando talvez o desaparecimento da Bélgica como um país moderno.

O caso da Espanha com as regiões do País Basco, Galizia e a Catalunha. Na Espanha, essa onda separatista, ocorre desde o final da Segunda Guerra mundial, pois cada uma dessas regiões, possuem etnias próprias e se sentem presas e pressionadas por uma sistema monárquico que não representam seus interesses de fato.

E ainda temos o caso da Itália com as duas províncias mais ricas do país, Lombardia e Vêneto (Veneza), que consideram a Itália como um país que oprime os direitos de autonomia desses povos e consideram que seus territórios foram anexados a Itália, mais não se sentem italianos.

O jornalista Pablo Ordaz de El País, publicou que alguns dizem, “não somos italianos” e completa: "Não só na Lombardia ou no Vêneto, onde há anos partidos xenófobos, como a Liga Norte ou a Liga Vêneta, lucram eleitoralmente com essa desavença alimentada por estereótipos, mas também na Sardenha e até na Sicília" (El Pais, 2014). Vale salientar que esses movimentos dentro do território italiano tem uma matriz de extrema-direita, ainda com rescaldos do fascismo e do Partido Forza Itália do líder Silvio Berlusconi, entre outras forças ultra-direitistas.

Estes São dezenas de exemplos de movimentos separatistas que estão dentro dos países que formam a União Europeia e no atual momento, existe uma nítida crise, pois o Reino Unido, tentou sair do Bloco e desfazer suas relações, chegando a fazer um plebiscito que literalmente dividiu o país. "Brexit" como ficou conhecido mundialmente gerou um profundo desconforto para a Escócia, que não aceitou a saída da união Europeia e que pretende se separar do Reino Unido, assim como a Irlanda do Norte que também sonha em uma secessão. Esses dois territórios e povos, podem gerar uma violente crise politica para o Reino Unido.



O Caso Soviético e os conflitos separatistas

A ex-União Soviética era a maior unidade territorial de controle politico do espaço geográfico, que foram se constituindo desde 1917 e se expandiram depois da 2* Guerra Mundial, com a ocupação de dezenas de territórios que estavam sob a dominação Nazista. A URSS chegou a ter mais de 22 milhões de quilômetros quadrados. Essa estrutura territorial e de poder ficou inabalada por mais de 70 anos, sob a égide de uma governo autoritário e extremamente centralizador do poder, em relação aos territórios federados (TRACTEMBER, 1991). 

Para Alabi (1991), a fragmentação da URSS foi uma das maiores mudanças ocorridas no espaço geográfico do final do século XX. A partir de 1985, quado Mikhail Gorbatchev assumiu o poder da URSS, que durou até 1991, passou a observar que estavam ocorrendo grandes mudanças geopolíticas em todo o mundo e que estava diante de uma bomba geopolítica de crises étnicas e tensões culturais em dezenas de territórios de sua unidade federativa e, se não tomasse medidas urgentes, poderia ver o pais mergulhado em uma crise interna sem precedentes. As análises apontavam principalmente para a tensão dentro das duas Alemanhas que sonhavam em se reunificar para uma melhor relação com o capitalismo liberal do ocidente.

Podemos afirmar que a primeira grande concessão geopolítica e territorial de Gorbatchev ocorreu em 1989, com a Queda do Muro de Berlim e assinatura de acordos bilaterais para a reunificação das duas Alemanhas. Na mesma esteira da Unidade territorial alemã, também ocorreram os encontros internacionais com os países lideres da Organização Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e URSS (Pacto de Varsóvia), para o desarmamento nuclear em mísseis de curto, médio e longo alcance. Esse período ficou conhecido como de descongelamento da "Guerra Fria".

Na esteira das politicas de abertura política da URSS, por volta de 1991 começaram a estourar vários movimentos nacional-separatistas por dentro da República Federativa. Estes movimentos iniciaram-se em três territórios bálticos conhecidos como Estônia, Letônia e Lituânia. Vale salientar que estes territórios eram fundamentais para a Geopolítica soviética, devido a localização geográfica de controle do Mar Báltico e para a navegação da URSS. 
Dentro da Rússia, o maior estado da URSS, ocorreu um movimento golpista liderado por Boris Ieltsin, presidente da Federação Rússia, o que gerou tensões ainda maiores, obrigando Gorbatchev a uma estratégia de urgência, convocar um Congresso do Parlamento do Povo, para tentar conter a onda golpista e reestruturar o poder do bloco soviético, mas já era tarde demais.

O pedido de autonomia territorial báltica e as tensões golpistas dentro da Rússia, elevou a crise separatista no extinto território soviético, obrigando Gorbatchev a organizar o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, entre os dias 20 e 30 de dezembro de 1991, a portas fechadas e extra-ordinário, que reuniu todas as unidades da federação e no qual, apresentou dois programas que ficaram conhecidos como:  "perestroika (reestruturação) e glasnost (transparência)". Esses dois termos representam uma reestruturação da URSS de maneira transparente, sendo este último a relativização de uma abertura política, na tentativa de conter as tensões sociais e políticas que cada um dos territórios buscavam com mais autonomia e mais abertura.

A grande crise política e social vivida dentro da URSS estava em uma profunda crítica ao modelo autoritário, ditatorial e concentrador de poderes que gerou uma gigantesca burocracia estatal controlada pelo Partido Comunista Soviético. Entre as décadas de 1970 e 1980, a URSS não conseguia mais atingir seu seu crescimento econômico esperado e principalmente os grupos de trabalhadores perceberam que de fato, não existia um Socialismo ou Comunismo, mas apenas um Capitalismo centralizado no Estado Autoritário. 

Isso foi gerando tensões e estas estavam principalmente nas unidades da federação com maior contato físico com a Europa Ocidental e Noroeste Europeu. Daí observarmos que, além dos países Bálticos, a pressão passou a ser grande em países como: Polônia, Eslovênia, Iugoslávia, Georgia, Bielorrússia e Ucrânia. 

No XX e último Congresso do Partido Comunista da União Soviética, tanto a Perestroika, quanto a Glasnost, deram importantes resultados e para conter uma crisa ainda maior, foi proposta a dissolução do gigantesco bloco de países e foram costurados acordos para a criação de uma Comunidade de Estados Independentes (CEI) em que, as repúblicas alinhadas teriam maior autonomia e autodeterminação para adotar inclusive novas relações políticas, econômicas e culturais com os países capitalistas do ocidente. 
Com Esse acordo a Rússia se tornou o país com maior força e líder da CEI, mantendo no grupo países como: Armênia, Azerbaidjão, Bielorrússia, Cazaquistão, Moldávia, Quirguistão, Rússia, Tajiquistão, Turcomenistão, Ucrânia, Usbequistão.

A CEI não é um bloco econômico, mas uma nova Federação de Estados autônomos, que estão interligados por laços, políticos, econômicos e militares. Mas não formam um bloco econômico, pois cada país tem sua autonomia e os laços econômicos entre os estados são bilaterais e abertos para relações com todo e qualquer país do mundo.

Talvez os aspectos mais importantes dessa nova experiencia territorial, para além do federalismo clássico, adotado em países como os Estados Unidos e o Brasil, passou a existir uma maior flexibilização entre os países e um processo de democratização das ex-repúblicas da URSS. Mas novas tensões foram geradas com novas ondas nacionalistas e separatistas, dentro das próprias unidades territoriais, tanto da CEI, quanto dos países que se tornaram independentes da Ex-URSS.

Os Países da Europa Oriental e o fim da URSS

Em pesquisas sobre a História do Mundo, observamos que, além dos países Bálticos (Letoânia, Estônia e Lituânica), Alemanha Oriental, Polônia , Tchecoslováquia, Romênia, Hungria e Bulgária se tornaram aliados soviéticos no pós Segunda Guerra Mundial. Um dos marcos para esse arco de alianças foi a organização do Pacto de Varsóvia que foi assinado em 14 de maio de 1955, em Varsóvia, Capital da Polônia. 
Estes países passaram a integrar a União Soviética, tendo proteção militar e fazendo parte dos acordos econômicos e políticos do Bloco geopolítico até 31 de março de 1991. O fim do pacto foi o reflexo da crise política que atingiu todo o Leste Europeu e que já era anunciado desde a queda do Muro de Berlim que iniciou sua construção em 12 de agosto de 1961 e durou até 09 de novembro de 1989.
Os principais desdobramentos atingiram todo o bloco socialista soviético, alertando as repúblicas aliadas para novos tempos. Um primeiro e maior impacto foi a queda do Muro de Berlim (12/08/1989) e a reunificação da Alemanha, que havia ficado dividida em Alemanha Ocidental (Pró-Capitalista) e Alemanha Oriental (Pró-Socialista), tendo ficado dividida por 44 anos (1945 a 1989).

Os Países Bálticos no olho do Furacão

Para Navarro (2012), os países bálticos representam um capítulo a parte nesta história e na geopolítica da região. Estes três países parecem a mesma coisa, mas não são, pois ao longo se suas histórias, estiveram sob o domínios de outros povos e impérios, tendo sido dominados pela Finlândia, Noruega e Suécia, mas o maior período de dominação foi pelo antigo império Russo e Germânico.
Os momentos de liberdade política desses países foram tão pequenas quanto eles. Mesmo antes do início da Segunda Guerra Mundial a Alemanha Nazista e a União Soviética Stalinista, em 1939, assinam o Pacto Molotov-Ribbentrop. Esse tratado secreto dividia a Europa Oriental entre as duas potências, cabendo aos Russos o controle sobre os países bálticos, além da não-agressão entre a Alemanha e União Soviética (NAVARRO, 2012).
para a pesquisadora, Adolf Hitler não cumpriu o acordo e passou a atacar os territórios soviéticos, em um conflito que durou de 1941 a 1945. Nesse período, o Exército Vermelho, na medida em que reconquistava os territórios, adotava uma politica mais agressiva e de represália aos nacionalidades reconquistadas, pois considerou que tinha avido uma facilitação ao exército alemão. Os países bálticos tiveram uma dura ocupação, com repressão, prisões, exílios e milhões de russos ocupando os territórios e os meios de produção dos três países.
O domínio soviético aos três países bálticos, durou de 1939 até 1991. Os movimentos separatistas começaram a ganhar força com a queda do Muro de Berlim e em 23 de agosto de 1989, quando fazia 50 anos do Pacto Mototov-Ribbentrop, os povos lituanos, letões e Estonianos, organizaram uma gigantesca manifestação que atingiu mais de 600 km, em que as pessoas deram as mãos e tocaram os três países, passando pelas suas capitais: Riga, Tallinn e Vilnius (NAVARRO, 2012).
Esse movimento fortaleceu as três repúblicas ao movimento separatista que culminaram com a Glasnost e Perestroika, como saídas encontradas por Mikhail Gorbachev, para conter a crise política soviética. O processo de independência começou na Lituânia em 1990 e se completou em de 1991 com a Estônia e Letônia, tiveram o reconhecimento dos membros da ONU. Estas repúblicas diminuíram suas relações com a Rússia e não entraram na Comunidade dos Estados Independentes (CEI) que se originou com o fim do bloco soviético.
Os Russos se retiraram completamente das três repúblicas em 1993, mais conseguiram deixar o importante enclave territorial e político de Kaliningrado, com mais de 15 mil quilômetros de extensão, entre a Polônia e Lituânia e as margens do Mar Báltico e considerada a mais importante saída russa para o Oceano Atlântico e Mar do Norte.

A Lituânia foi a primeira República Soviética a declarar sua independência, em 1990. No ano seguinte, Estônia e Letônia fizeram o mesmo. Em setembro de 1991 os três países foram, enfim, reconhecidos como membros da ONU.




 Fragmentação Territorial da Iugoslávia


Toda essa região em que se encontrava a Iugoslávia foi berço de dois grandes impérios os Turco-Otomanos e os Austro-Húngaros. Os Otomanos ocupavam vastas terras da Ásia Menor, Norte da África, Europa Central e Oriente Médio, que se estenderam por esse vasto território entre os seculos XIII ao século XIX, enfraquecendo o Império Bizantino e impondo a cultura, economia e religião maometana aos povos conquistados. 
O Império Austro-Húngaro foi a união de dois reinos da Europa Central que dominavam terras em que habitavam diferentes grupos étnicos (Tchecos, Eslavos, Eslovenos, Sérvios, Croatas, entre outros), ambos sonhavam e lutavam por autonomia. Estas anexações territoriais, tornavam o império Austro-Húngaro muito forte entre os impérios alemão e Russo, rivalizando disputas territoriais principalmente com os turco-otomanos dentro da Ásia Menor.

Entre os séculos XVI e XVIII, os turco-otomanos avançaram sobre os território do Império austro-Húngaro ocupando territórios da Eslovênia, Croácia, Bósnia e Sérvia. Estes conflitos se estenderam até o século XIX e posteriormente chegaram até a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Para garantia de expansionismo entre estes imperios foram construiadas alian~cas militares, como a triplice alian~ca

Durante a Primeira Guerra Mundial, estourou depois que o príncipe do império austro-húngaro, Francisco Ferdinando foi assassinado em Saravejo (Bósnia-Herzegovina), por um jovem anarquista sérvio, contrário ao domínio e influencia da Áustria-Hungria na região.

Dentro do campo das alianças militares, se formaram dois blocos de países, a Tríplice Aliança (Império áustrio-húngaro, Alemanha e Itália)  


Mapa da fragmentação territorial da Iugoslávia. educador.brasil.scola

A Iugoslávia nasceu após a Segunda Guerra Mundial e se entre 1943 até 1992, quando entrou em uma profunda crise política, econômica, étnica e religiosa, com conflitos que envolveram os diferentes grupos étnicos (bósnios-hezergóvinos, croatas, eslovenos, sérvios-iugoslávios, montenegrinos, turcos, albaneses, marcedônios, kosovos, voivodinos, entre outros). Essa Unidade Politico-territorial só foi possível graças ao grande líder socialista Sérvio Marechal Josip Broz Tito


Fontes de Pesquisa:

Mapa da URSS - http://www.lahistoriaconmapas.com/cronologia/siglo-xx/la-urss-durante-la-segunda-guerra-mundial/
Mapa da URSS - https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/12/29/Os-mapas-da-CIA-n%C3%A3o-s%C3%A3o-mais-secretos.-E-est%C3%A3o-dispon%C3%ADveis-no-Flickr
Separatismo na Itália - https://brasil.elpais.com/brasil/2014/04/05/internacional/1396715191_742597.html
Separatismo na Itália - https://oglobo.globo.com/mundo/lombardia-veneto-votam-por-mais-autonomia-na-italia-21978063
Países bálticos - https://brasilescola.uol.com.br/geografia/paises-balticos.htm
Iugoslávia - https://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/a-fragmentacao-iugoslavia.htm


FERREIRA, Andrey Cordeiro. Trabalho e ação: o debate entre Bakunin e Marx e sua contribuição para uma sociologia crítica contemporânea. Rio de Janeiro:https://periodicos.ufsc.br/index.php/emdebate/article/viewFile/1980-3532.2010n4p1/19724 UFRJ/PPGAS, 1980.
NAVARRO, Camila. Países Bálticos - Um pouco de História. Brasil: Blog Viaggiando, 2012. https://www.viaggiando.com.br/2012/03/paises-balticos.html

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