quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Professoras Célia Regina e Ivonildes Fonseca São as Novas Reitara e Vice da UEPB

PAs professoras Célia Regina e Ivonildes Fonseca chapa 2, foram eleitas Reitora e Vice Reitora da UEPB com a maioria dos votos nos três seguimentos (professores, Técnicos e Estudantes), conforme tabela de votação. A Chapa 2, por uma UEPBFORTE, atingiu um percentual superior a 44% dos votos, enquanto três outras chapas ficaram entre 16% e 21%. Ao final esse foi o resultado final: Uma correção no percentual
Chapa 2 – 44,34%
Chapa 4 – 21,45%
Chapa 1 – 16,82%
Chapa 3 – 16,77%.
A chapa 3 ficou de fora da lista tríplice. Esse candidato foi o único a não assinar a carta de compridão com a democracia, proposta pela ADUEPB.

sábado, 17 de outubro de 2020

RECTOREM, RETO


Por Wanderlam Alves*
Eu me propus não fazer qualquer tipo de manifestação pública 
referente às eleições para a reitoria da UEPB, e vou manter isso. Mas, como votante, também tenho opiniões e impressões. O que segue é uma impressão. Ou uma procura por respostas.
Incomodam-me certas posturas que beiram a obscuridade e que vão passando despercebidas nas campanhas, por vezes sob uma retórica rupturista ou salvacionista. Acho muito bom e oportuno que haja 4 chapas concorrendo ao pleito. Dessas 4 chapas, 3 se apresentam como oposição. Isso é natural e é positivo para o debate político. Mas isso é só uma parte da narrativa.
Concretamente, ao menos dois desses 3 outros candidatos estiveram vinculados diretamente à reitoria, em posições ligadas ao alto escalão (vice-reitor, coordenador de relações internacionais). Nesses cargos, participavam, em diferentes níveis e poder de decisão (não tinham o mesmo papel, claro), da mesma gestão à qual fazem oposição. Aliás, um deles está em dedicação exclusiva em outra função que não a UEPB. Não há problema algum em mudar a perspectiva, a opinião, a posição política, isso é parte do processo democrático. Mas é um problema questionar o tempo todo a gestão em curso se, quando faziam parte dela em algum nível, se sentiam muito cômodos e ausentes.
Estou lotado no câmpus VI (graduação) e no câmpus I (pós-graduação). Trabalho na instituição há 8 anos e meio. Não me lembro de termos recebido a visita de nenhum desses candidatos opositores no câmpus VI em épocas anteriores (nem enquanto exerciam suas funções ligadas à administração central ou como parte dela, nem como docentes ou indivíduos com um projeto de instituição a ser apresentado à comunidade acadêmica). Aliás, corrijo-me: um deles esteve lá, passou pela minha sala de aula com sua então candidata a vice, na noite anterior às eleições passadas para a reitoria. Nunca tinha estado antes e nunca mais voltou. O então vice-reitor nunca esteve lá. O terceiro opositor nunca pôs os pés no câmpus VI nos últimos 8 anos e meio. Prova disso é que, no último debate, mostraram um desconhecimento lamentável da UEPB: um não sabia nada sobre a extensão na instituição, o outro nada sobre nossa atuação na formação de professores da educação básica (colaborando, desse modo, com o plano de desenvolvimento do estado sim), o outro provavelmente nem sabe onde fica a sede da maioria dos câmpus do interior.
Aliás, o desconhecimento da instituição e a falta de diálogo com os câmpus do interior ajudam a entender o tanto de tangenciamentos vistos nas repostas às perguntas apresentadas no último debate.
Então eu me pergunto: se, por um lado, é necessário e desejável que haja melhoras de gestão, que haja mais investimentos, que haja descentralização das ações da gestão central, como acreditar que esses candidatos que criticam a gestão atual (à qual eu também tenho críticas, e isso é inclusive fundamental para o funcionamento da instituição) serão diferentes dela, se até hoje nunca estiveram presentes nos espaços que requerem descentralização, nos câmpus fora da sede (exceto quanto estão lotados num deles), se não conhecem as ações desenvolvidas neles, se nunca são encontrados para debater a instituição? Concretamente, quem não ler as respectivas cartas de intenções e apenas vir os debates saberá o que esses candidatos criticam, mas não o que têm como propostas. Eu acredito que merecemos um debate mais elevado. A UEPB merece isso! 
Os problemas da instituição eu já conheço, porque eu, como tantos outros colegas professores, técnicos e alunos vivemos a instituição diariamente. Não precisamos que ninguém apareça num vídeo ou num debate para apenas fazer acusações sobre isso. Queremos que apresentem propostas concretas para solucioná-los. Propostas concretas. O quê? Como? Quando? De que modo? Para quê? São perguntas básicas que precisam ser respondidas para todos nós que fazemos a UEPB. Não basta ser apenas esboços de ideias postas num horizonte distante. Ninguém aprova um projeto se ele for apenas um conjunto de intenções. 
Uma última coisa que me parece importante destacar, e com isso não manifesto nenhuma intenção de voto ou coisa semelhante (eu defenderei o direito e a liberdade do outro, mesmo que eu não concorde com suas opiniões, se for o caso). Por que é que, para o público em geral, a participação de alguns desses candidatos anteriormente na atual administração desapareceu? Por que essa “mácula”, como se fosse uma, somente se liga à única mulher candidata à reitoria? Se essa pergunta não puder ser extensiva a todos, ela é inegável ao menos em relação ao ex-vice-reitor, que, dentre todos os candidatos, é o que esteve no posto mais alto da administração central (inclusive tendo estado eventualmente no exercício da reitoria). Eu me pergunto se não há certa misoginia nesse procedimento de desligá-los da administração, mas insistir no vínculo da única mulher à administração, como se apenas os homens pudessem ter um projeto para a instituição próprio (em alguns casos, ainda desconhecido, ao menos com base nos debates). E se fosse admissível a hipótese de que, por estar vinculada à administração central, a única candidata/mulher não pudesse ter um projeto próprio de instituição, me pergunto, também: a julgar pela participação que tiveram enquanto faziam parte da gestão atual e pelo desempenho fraco nos debates até aqui, o que me levaria a pensar que esses opositores têm seu próprio projeto de instituição?
São 6 anos sem reajuste salarial, são vários anos com as progressões congeladas, são muitas as demandas para uma universidade que tem potencial de crescimento.
Sinceramente, eu quero projeto, coisa concreta. Não quero demagogia, nem tangenciamento, nem desconhecimento, nem troca de acusações. Não basta dizer que o problema da instituição é de gestão e não dar as respostas que precisamos do futuro gestor. Quem pretende ser o melhor gestor deve mostrar como será como gestor. E não pode ser mostrando desconhecimento da instituição, de suas demandas ou da comunidade acadêmica. 
Todos ainda têm oportunidade de dar essas respostas, se as tiverem. Fica o convite!
* Prof. Dr. Da UEPB, Campus VI.

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Enquanto a Esquerda estiver dividida a Direita deita e rola.

 


Por Belarmino Mariano
No momento em que o fascismo e o autoritarismo ronda as nossas instituições e ameaçam a democracia, vemos os partidos ditos de esquerda do Brasil, completamente divididos e alimentando conflitos internos sem precedente na história desse país. Enquanto a pobreza ultrapassa limites assustadores, milhares de brasileiros morrem por conta da pandemia de Covid-19, mais de 150 mortos e quase 5 milhões de contaminados, a Esquerda disputa entre si a hegemonia de um poder quase que completamente dominado pelos interesses do capital e seus partidos de elite.
Vejam como se comporta a esquerda em todas as capitais brasileiras. Em média de 4 a cinco candidatos a prefeitos da Esquerda (PT, PCdoB, PSOL, PCO, PCB, PSTU, UP, PDT, PSB, PV e Rede). Começo vendo a situação de João Pessoa, pois é de vaca a desconhecer bezerro. Brigas de foice e facão entre alas do PT e do PCdoB, contra o PSB e para complicar, os nanicos da esquerda alimentam ainda mais o ego de que são melhores que todo mundo. Dos 14 candidatos em João Pessoa, 8 são da tal ala da esquerda. Se vamos para Recife ou Fortaleza encontramos a mesma barbaridade de candidatos, Salvador, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro ou Porto Alegre e situação se repete. Em São Paulo a esquerda apresentou 7 candidatos para prefeito. Se pesquisarmos as cidades com até 500 mil habitantes o quadro se repete e nas cidades com até 200 mil pessoas, limite para a eleição em dois turnos, o quadro para os Partidos de Esquerda se repete. Ou seja, alimentam o jogo político que joga com duas eleições em uma para gerar essa divisão formal. Até quando estes dirigentes de partidos de esquerda vão continuar alimentando esse jogo dividido? Isso vira jogo fácil da a Direita e agora para a assumida Extrema Direita, com o apoio da grande mídia passa a liderar todos os tipos de pesquisas. Vendo essas campanhas de idiotas vemos claramente mais uma derrota sendo gestada por nós mesmos. Se existe uma clara divisão da Extrema-Esquerda, Esquerda e Centro-Esquerda, tudo bem, mas em momentos eleitorais deixem de ser jericos e comecem a traçar estratégias eleitorais, pois o povo brasileiro em sua grande maioria nem sabe o que Partido Político, imaginem se entendem os motivos desse monte de partidos que não se entendem. Parece que a famosa frase da época da Ditadura vale até hoje: "A esquerda só se une na prisão". Ou como diz Rora Encontri: "A Esquerda dividida sempre será vencida".

Fim de um ciclo de contribuição à sociedade.


Por Manoel Alencar*
Quando Comandante do 4° BPM, meu pai honrou a farda da Polícia Militar e trabalhou todos os dias do seu comando em prol da sociedade. Guarabira sabe bem do trabalho feito.
Na direção do CIRETRAN, o trabalho incansável e o respeito com as pessoas marcaram, novamente, a atuação do meu pai.
Sair de cabeça erguida e com a certeza do trabalho feito é privilégio para poucos, e eu me orgulho muito da retidão ética e profissional. 
Esse é o exemplo que levo para minha vida: honestidade, trabalho e humanidade.
*Homenagem ao Coronel Robson Inácio Alencar. Grande Profissional.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Carta Programa da Chapa 2 - #UEPBFORTE - Célia e Ivonildes

 

Apresentação
Ao longo de sua história, a UEPB tem enfrentado e superado as mais diversas dificuldades. Enfrentou e venceu a luta por eleições no âmbito da Universidade; enfrentou e venceu, por meio de articulada mobilização da comunidade acadêmica, conquistando a Estadualização. Enfrentou e venceu a luta pelo reconhecimento como Universidade junto ao MEC. Enfrentou e conquistou a tão sonhada autonomia financeira. Enfrentou e venceu a luta pela construção dos PCCRs dos seus servidores. Nos últimos doze anos, a UEPB sofreu graves ataques à sua gestão, subtração de recursos financeiros, congelamento das progressões e negação da reposição salarial, mas resistiu e vem resistindo. Mais do que isso, cresceu em todas as dimensões. Cresceu na qualidade acadêmica dos seus cursos e programas, em seu compromisso social e cultural, na inovação, na acessibilidade, na inclusão social, na forma de realizar a gestão.  Por tudo isso, a UEPB -Paraibana e Nordestina -é, antes de tudo, FORTE! Nosso desafio é prosseguir nessa caminhada, inspirad@s nesta trajetória de resistência e superação, de olho no FUTURO e com os PÉS NO CHÃO, rumo a uma Universidade ainda mais FORTE. Somos muit@s e divers@s, temos visões de mundo e crenças distintas, mas há algo que une a todos que acreditam neste projeto: nosso PERTENCIMENTO à UEPB. Nossa garra. NÓS FAZEMOS PARTE DESSA #UEPBFORTE! Junt@s queremos e poderemos tornar esta Universidade mais socialmente referenciada, mais humanizada e ainda mais FORTE, por isso convidamos você a nos conhecer e a caminhar conosco.

LEIA A CARTA PROGRAMA NA INTEGRA:

          

Debate para Reitoria da UEPB

Debate da ADUEPB: Professora Célia Regina demonstra ser a mais preparada para conduzir destinos da UEPB

Ao participar do debate promovido pela Associação de Docentes da Universidade Estadual da Paraíba (ADUEPB), realizado de forma virtual, na noite desta quarta-feira, 7 de outubro, a professora Célia Regina Diniz, candidata a Reitora pela chapa  #UEPBForte, demonstrou ser a mais preparada para conduzir os destinos da UEPB.

Firme e segura nas respostas, concisa nas perguntas, Célia mostrou que conhece com profundidade a UEPB e está pronta para enfrentar os desafios do novo tempo que se apresenta para a Instituição nos próximos quatro anos, ao lado da professora Ivonildes Fonseca, candidata a Vice-Reitora. Por mais de duas horas, ela debateu com os outros três candidatos à Reitoria, respondeu perguntas da comunidade universitária e apresentou suas propostas para o futuro da Universidade.

Já na abertura do debate, professora Célia Regina mostrou que tanto ela como a professora Ivonildes têm uma história de vida e comprometimento com a UEPB e experiência com gestão. Célia disse que o projeto apresentado pela chapa #UEPBForte é pautado na defesa da universidade pública, gratuita, plural, de qualidade e engajada socialmente, capaz de construir soluções para os problemas de nossa região. Ela destacou que acredita em uma universidade democrática e que promova política de transparência, com participação de todos.

Durante o debate, ela assegurou a continuação e ampliação das políticas de assistência estudantil e lembrou que a UEPB foi vanguarda na política estudantil nesse tempo de pandemia, quando saiu na frente de outras universidades, com a implantação do auxílio conectividade concedido aos estudantes.

Em relação aos técnicos administrativos, professora Célia prometeu rever e atualizar o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) dos servidores, além de criar novas funções no plano e criar um regime híbrido para regulamentar o trabalho remoto, bem como garantiu que vai dialogar com o Governo do Estado para descongelar as progressões de forma retroativa.

Ela criticou promessas eleitoreiras dos concorrentes e lembrou que quem quiser ser gestor da UEPB tem que seguir um princípio básico, que é cumprir e respeitar a legislação. Ao término do debate, Célia Regina  parabenizou a ADUEPB pela iniciativa e reafirmou todos os compromissos que ela assinou na carta elaborada pela Associação dos Docentes. Célia também garantiu que respeitará o resultado da consulta prévia para Reitoria da Instituição, defendendo que seja nomeado para o cargo a chapa que tiver sido a primeira colocada na consulta junto à comunidade universitária.

sábado, 3 de outubro de 2020

Raminho Talisbã e suas ideias brilhantes

Da Redação
O Candidato a Vereador Raminho Talisbã (23.222), apresentou um projeto para captação de Energia Solar em Guarabira-PB. Como ele afirma a ideia é brilhante e irá colocar Guarabira na rota do Desenvolvimento Sustentável e autonomia energética, zerando as taxas de energia elétrica da cidade, que gira em torno de dois milhões de reais ao ano. Veja proposta:

O Pão que o Diabo Amassou e a Lacração de Comerciante na Internet

Por Belarmino Mariano* Hoje assisti um vídeo de um pequeno comerciante jogando pão no chão do seu mercadinho, chutando os pacote...